Histórico


Histórico da Instituição


A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “João XXIII”, situada á Rua Alameda João XXIII, N° 144, Vila Pereira no Município de Barra de São Francisco Estado do Espírito Santo, foi criada pela Lei N° 1880 de 04/11/1963, cujo Ato de Aprovação: Resolução CEE, N° 41/75 de 28/11/1975 e Ato de Criação do Curso do Ensino Médio: Portaria N° 096-R de 07/10/2002, e Aprovação conforme Parecer CEE 1874/2007 e da Resolução CEE nº 1599/2007 publicada no Diário Oficial de 09/01/2008.

Teve suas raízes em 1954, quando foi criado pelo Dr. Luis Baptista o Ginásio Independência. No ano de 1960 funcionou com o Curso Normal de 2° Grau até 1963, quando foi encampado pelo Governo do Estado do Espírito Santo. A solenidade de entrega ao Estado ocorreu no governo do Dr. Francisco Lacerda de Aguiar em 31/03/1964, data da Revolução Brasileira, com a presença do Secretário de Estado da Educação da época, Dr. Emir de Macedo Gomes, Dr. Luiz Batista, o prefeito Sr. José Merçon Vieira, professores e alunos e o diretor Elias Flauzino Belo que permaneceu na função até 1967, administrando com ordem, disciplina e dedicação à nova escola.
 
A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “João XXIII”, recebeu este nome em homenagem ao Papa João XXIII (1887 – 1963) devido à escola na época ter como missão o desejo de preservar valores religiosos e a cidade de Barra de São Francisco ser uma comunidade eminentemente católica. O papa João XXIII nasceu em Bérgamo, na Itália Ele preocupava-se em conciliar os interesses de patrões e empregados através da socialização de tudo que não fosse basicamente direito privado. Recebeu na Itália, em 1963, no ano em que faleceu, o prêmio de “Balzan da Paz”.

O primeiro corpo docente desta Escola, nesse período, era constituído dos abnegados e dinâmicos professores: Edith César Chaves, Ester de Andrade, Alice Cantoria, Eraldo Gomes de Azeredo, Eutíquio Sales Campos, Marlídia Alves da Silva, Juracy Andrade, Arcendino Teixeira de Moraes, Jessuí Alves da Silva Bittencourt, Sélvia Matos, Genilda Peçanha Vieira, Antônio Henrique Faria e Brasilino Malaquias.

Após o encampamento, a nova escola passou a chamar Ginásio Estadual e Escola Normal “João XXIII”, contando com seis salas de aula e oferecia para os alunos da região, o Ginásio e o Curso Normal.

Em 1973, a escola passou a denominar-se Escola de Primeiro e Segundo Graus “João XXIII”, passando a oferecer, além do Ginásio e curso Normal, os cursos de Auxiliar de Análise de Solo e Científico, pela Resolução CEE 18/ 73. Em 1979, foi iniciado o Curso Adicional-Magistério de 1º grau.

A partir do ano de 1983, os alunos passaram a poder optar para estudar nos Cursos de Técnico em Contabilidade e Técnico em Administração de Empresas, pela Resolução CEE 68/ 81 de 25 de agosto de 1981 do CEE.

No entanto, devido à falta de alunos interessados nos cursos de Auxiliar em Análise de Solo, Técnico em Administração de Empresas, Cientifico e Adicional, eles foram deixando de ser oferecidos pela EPSG “João XXIII”.

Até o ano de 1999, a escola oferecia à comunidade o Ensino Fundamental (5ª a 8ª série), e os cursos de Habilitação para o Exercício do Magistério de 1º Grau, Técnico em Contabilidade e as primeiras turmas do Ensino Médio (não profissional).

A partir do ano de, 2000 a EPSG “João XXIII”, passou a oferecer somente cursos de 2º grau Ensino Médio (cursos não profissionalizantes), garantindo, no entanto, a terminalidade dos cursos de Técnicos em Contabilidade e Habilitação para Magistério.
No ano de 2002, a escola passou a chamar Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio João XXIII, através da Portaria nº. 055 – R/2002
 
Os diretores que administram a escola desde sua criação foram:

·           1963 a 1967: ELIAS FLAUZINO BELO;
·           1968: SÍLVIO PÉLICO DE OLIVIERA NEVES;
·           1969: JESSUÍ ALVES DA SILVA BITTENCOURT;
·           1970: HUDSON LEITÃO;
·           1971 a 1982: ADÃO SIMÕES DA SILVA;
·           1983 a 1984: MÁRIO AGAPITO DE PAULA;
·           1985: ODNIR ALVES BATISTA;
·           1985 a 1989: CLÉLIA DE MATOS FERREIRA;
·           1990 a 1992: EVANY LUZIA MANHÃES COIMBRA;
·           1993 a 1994: IRINEU CHISTIANO HARTIVIG;
·           1994 a 2003: ZULAGAR DIAS FERREIRA;
·           2003 a 2010: LEONÍDIO ULICH.
·           2010 até a presente data: MARCIA VANIA LIMA DE SOUZA

BRASÃO E BANDEIRA DA ESCOLA

O diretor Adão Simões da Silva, inspirado nas sugestões de professores e alguns alunos inseriram no brasão do Estado do Espírito Santo o cálice e a cruz, e os raios que parecem sair do cálice cheio de vinho, como se fossem os resultados da fé e da crença do povo de Barra de São Francisco, bem como da Escola num gesto de propagação desses valores. A camisa de tergal, branca, ostentava agora esse escudo no bolso.

 A BandeiraSua criação datada em 23 de setembro de 1994, foi idealizada pelo Diretor Zulagar Dias Ferreira. Suas cores destacam proeminentemente o azul marinho, seguido do branco, amarelo e rosa. Mede 1,65m por 80 cm, com o escudo (brasão) no centro.


Escudo (Brasão)

 - Letras azul marinho – Escola de 1º e 2º Graus João XXIII – Barra de São Francisco – ES.

 - Estrela – não só lembra o Brasão do Estado do Espírito Santo, como Também evidencia a era gloriosa das escolas públicas estaduais, onde estas eram vistas sob um horizonte de valorização profissional, conceitual, é a que ilumina os comprometidos de fato com a educação e a seriedade de administrar com desvelo e amor.

- Cálice – representa a realidade que a escola representava no cenário municipal com sua liberdade de crença e credo na figura de seus alunos, professores e funcionários e homenageia também seu patrono o Papa João XXIII, autoridade maior eclesiástica; considerando, as atividades religiosas exercidas e a exercer na formação espiritual da comunidade escolar.

- Cruz – a cruz por dentro do cálice especialmente, significa a religiosidade da escola em suas filosofia de preparar o cidadão para o convívio em compartilhar com aqueles que principalmente têm menos.

- Raios – estes lembram o fulgor da prática religiosa no seio da escola como algo de que sai e atinge a mente e o coração numa reação de alegria e de paz e de religiosidade.

- Cores – além de lembrar as cores do Espírito Santo, representam.

- Azul marinho – fala do céu do Estado, do patriotismo forte exagerado no coração da escola, pela cidade, pelo estado, e pelo Brasil.

- Rosa – fala da beleza e da riqueza de sua natureza florida: fala da sensibilidade da em preservar a natureza, como fonte de inspiração educacional.

- Amarelo – fala da riqueza mineral de nosso estado, dos valores intrínsecos de cada dirigente que foi e que será desta casa de formação de valores morais e culturais.

- Branco – fala da paz, da harmonia e da interação e integração da escola com a comunidade.

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